Foram um fiasco: veja os 5 carros que não caíram no gosto dos brasileiros
Confira os modelos que não resistiram à competitividade no Brasil, desaparecendo rapidamente das concessionárias.
Alguns veículos lançados no Brasil mal têm tempo de deixar sua marca no mercado. Grandes lançamentos chegam com expectativa para, pouco depois, saírem de cena.
As razões para a rejeição dos consumidores vão desde preços elevados devido à flutuação do dólar até a concorrência acirrada no segmento. Incompatibilidade com preferências do consumidor brasileiro e falta de recursos exclusivos também são alguns motivos.
Enquanto ícones como o Ford Mustang celebram décadas de sucesso, outros modelos enfrentam um destino diferente. Esta realidade se repete com certa frequência por inúmeros motivos, que podem levar ao fracasso de um modelo no país.
Carros que não duraram no mercado brasileiro
Relembramos aqui cinco carros que não resistiram à pressão e deixaram as lojas rapidinho após chegarem ao Brasil.
1. Jeep Compass 2.0 Flex 4×4
Com motor 2.0 e tração 4×4, o Jeep Compass 2.0 Flex 4×4 não encontrou seu espaço. Projetado como um teste de mercado, o modelo teve vendas limitadas, com menos de 500 unidades entre 2017 e 2018.
2. Seres 3 e 5
Em 2023, a Seres lançou dois SUVs elétricos, o 3 e o 5, apostando na crescente popularidade desses veículos. Apesar do preço competitivo, não conseguiram competir com líderes do segmento e foram retirados do mercado em um ano.
3. Kia Rio
Esperado como alternativa ao HB20, o Kia Rio enfrentou dificuldades devido ao dólar alto e à falta de um motor turbinado. Em menos de dois anos, o modelo foi descontinuado, sucumbindo à forte concorrência.
4. CAOA Chery Tiggo 3X
Com o Tiggo 3X, a Chery tentou se reposicionar no mercado brasileiro, entretanto, suas promessas de inovação não se concretizaram. O veículo chegou com motor turbinado, mas não durou mais de um ano nas concessionárias.
5. Hyundai Veloster
Lançado em 2011, o Hyundai Veloster chamou a atenção pelo design esportivo. No entanto, em três anos, o modelo foi incapaz de justificar seu preço alto, resultando em vendas medianas até 2014.
Por fim, esses casos retratam bem os desafios enfrentados por novos modelos no Brasil. O mercado exige inovação, preços competitivos e adaptabilidade, condições que muitos não conseguem cumprir.