Por essa ninguém esperava: carro elétrico chega a 265 mil km com 94% de bateria
Modelo percorre 265.757 km e mantém 94,5% de saúde da bateria após 506 ciclos e mira 600.000 km.
Uma quilometragem fora do comum reacende o debate sobre a durabilidade das baterias na mobilidade elétrica. Na China, um Xiaomi SU7 acumulou 265.757 km e segue com 94,5% de saúde de bateria. Além disso, relatos também indicam 94% de capacidade remanescente.
O carro enfrentou rotina severa, com 506 ciclos de recarga e média diária próxima de 600 km. Enquanto muitas marcas priorizam autonomia por carga, o caso real evidencia degradação mínima ao longo do tempo. Assim, ele muda a conversa sobre longevidade.
Como os dados foram obtidos?

Xiaomi SU7 (Foto: Divulgação/Xiaomi)
O histórico de rodagem revela uso contínuo em trajetos longos e frequentes. Por consequência, a quilometragem somada e os ciclos de carga expõem como o gerenciamento térmico e a química das células respondem sob estresse real. Além disso, os números mostram consistência.
Confira a seguir a lista de indicadores principais:
- Distância total: 265.757 km.
- Saúde da bateria: 94,5%; comunicações também mencionam 94% de capacidade.
- Ciclos de recarga: 506.
- Média diária estimada: quase 600 km.
Repercussão e validação pública

Xiaomi SU7 – traseira (Foto: Divulgação/Xiaomi)
Conforme apurado pelo Car News China, o desempenho surgiu como ponto fora da curva e atraiu atenção global. A Xiaomi, gigante de eletrônicos que entrou no setor automotivo com força total, reagiu imediatamente. Além disso, o CEO reconheceu publicamente o feito do proprietário.
O dono do veículo agora estabelece um alvo ambicioso: alcançar 600.000 km em apenas três anos. Desse modo, o SU7 se transforma em um laboratório em movimento, pois cada novo trecho amplia a amostra de desempenho em uso extremo.
Os resultados sinalizam maturidade nas estratégias de gerenciamento térmico e no desenho químico das células. Assim, a vida útil do conjunto elétrico se aproxima, ou até supera, a de motores a combustão interna. Além disso, o custo total de propriedade tende a melhorar.
Vanguarda chinesa em materiais
O marco reforça o papel da China além da escala de produção. Nesse sentido, a engenharia de materiais sustenta um carro elétrico mais robusto, confiável e duradouro. Como resultado, o EV deixa de parecer um gadget e se afirma como investimento.
Em síntese, o caso do Xiaomi SU7 adiciona evidência concreta ao debate sobre degradação de baterias em alto uso. Por fim, a combinação de 265.757 km, 94,5% de saúde (com menções a 94%), 506 ciclos e a meta de 600.000 km indica uma curva promissora para a mobilidade elétrica.