Rodar e economizar: 5 motos para delivery que não pesam no bolso em 2026
Quais são as melhores opções de motocicletas para quem deseja trabalhar com entregas e busca rentabilidade em 2026? Veja lista completa.
Atuar no setor de entregas em 2026 exige muito mais do que rapidez no trânsito. Com o preço dos combustíveis oscilando, custos de manutenção em alta e margens cada vez mais apertadas, a escolha da moto deixou de ser apenas uma preferência pessoal e passou a ser uma decisão financeira estratégica.
No delivery, o veículo certo pode significar lucro consistente, enquanto a escolha errada transforma o trabalho em uma rotina para “pagar contas”.
Para quem busca renda extra ou principal, o mercado de entregas segue aquecido. No entanto, o sucesso depende diretamente de fatores como consumo de combustível, custo por quilômetro rodado, facilidade de manutenção e valor de revenda.
Pensando nisso, selecionamos os modelos que oferecem o melhor equilíbrio entre economia, confiabilidade e retorno financeiro em 2026.
O que torna uma moto ideal para delivery em 2026?
Antes de conhecer os modelos, é importante entender os critérios que realmente importam no dia a dia do entregador:
- Baixo consumo de combustível;
- Manutenção simples e barata;
- Boa autonomia;
- Liquidez no mercado;
- Conforto para longas jornadas.
Esses fatores impactam diretamente o custo operacional mensal e o lucro líquido ao final do mês.
Quer lucrar no delivery? Essas 5 motos fazem a conta fechar em 2026
Selecionamos a seguir os modelos que oferecem o melhor equilíbrio entre economia, confiabilidade e retorno financeiro em 2026:
1. Honda Pop 110i ES: a campeã do custo operacional

Foto: Divulgação
A Honda Pop 110i ES permanece como referência absoluta quando o objetivo é economia máxima. Leve, simples e extremamente eficiente, ela se consolidou ainda mais em 2026 com a partida elétrica e mecânica confiável.
- Consumo real: entre 49 km/l e 55 km/l;
- Preço médio final: cerca de R$ 13.300;
- Diferencial: apenas 87 kg, ideal para corredores e menos desgaste físico em longas jornadas.
2. Mottu Sport 110i: autonomia imbatível no delivery

Foto: Divulgação
A Mottu Sport 110i, fabricada pela indiana TVS, deixou de ser apenas uma moto de aluguel e virou uma das melhores opções de compra direta em 2026.
- Consumo real: até 65 km/l;
- Preço à vista: R$ 9.990;
- Diferencial: autonomia de até 650 km com tanque cheio, reduzindo paradas e custos.
3. Honda CG 160 Start: liquidez e robustez mecânica

Foto: Divulgação
Nenhuma lista de motos para trabalho está completa sem a Honda CG 160 Start. Seu maior trunfo é a liquidez: compra-se hoje e vende-se amanhã sem perda significativa.
- Consumo real: 40 km/l a 45 km/l;
- Preço médio nas lojas: R$ 18.500;
- Diferencial: peças abundantes, mecânica resistente e excelente valor de revenda.
4. Yamaha Factor 125i UBS: conforto que vira economia

Foto: Divulgação
Para quem passa 8 a 10 horas por dia sobre a moto, o conforto da Yamaha Factor 125i faz diferença não só no bem-estar, mas também na produtividade.
- Consumo real: 45 km/l a 50 km/l;
- Preço FIPE (2026): R$ 17.277;
- Diferencial: painel digital completo e tecnologia Blueflex.
5. Shineray Worker 125: porta de entrada para quem está começando

Foto: Divulgação
A Shineray Worker 125 é a escolha ideal para quem quer iniciar no delivery com baixo investimento inicial.
- Consumo real: 35 km/l a 40 km/l;
- Preço médio: R$ 9.000;
- Diferencial: mecânica simples e custo reduzido, evitando financiamentos caros.
Qual moto realmente “se paga sozinha” no delivery?
Considerando um entregador que roda 150 km por dia, uma moto como a Mottu Sport 110i consome cerca de R$ 13,50 por dia em combustível. Já uma moto menos eficiente pode ultrapassar R$ 30,00 diários.
- Economia mensal estimada: R$ 495;
- Tempo para pagar a moto: cerca de 20 meses.
Esse é o conceito de ferramenta de trabalho que se paga sozinha, e faz toda a diferença no longo prazo. Isso porque, em 2026, quem vive de entregas precisa pensar como empresário.
Escolher a moto mais econômica para delivery é uma decisão que impacta diretamente o lucro mensal, a qualidade de vida e a sustentabilidade do trabalho. Ou seja, informação, cálculo e estratégia são tão importantes quanto acelerar.