Após 700 mil unidades produzidas, Jeep Renegade entra na era dos híbridos

Jeep Renegade atinge 700 mil unidades no Brasil, com reestilização e eletrificação a caminho.

O Jeep Renegade alcançou uma marca histórica no Brasil: 700 mil unidades produzidas em Goiana (PE) desde o início da produção em 2015. O feito reforça quase onze anos de presença constante no mercado nacional.

Primeiro modelo da marca fabricado na planta pernambucana, o SUV mantém fôlego frente à concorrência e segue como referência entre os compactos. Ao lado de rivais como Honda HR-V e Peugeot 2008, o Renegade ajudou a quebrar a hegemonia do Ford EcoSport no segmento.

Entre 2019 e 2021, o modelo liderou as vendas, consolidando sua posição entre os mais desejados. A performance mostra que design, robustez e confiabilidade continuam atraindo consumidores.

O próximo capítulo da história do SUV promete novidades. A Jeep prepara reestilização e eletrificação do modelo, alinhando tradição e tecnologia. A estratégia mira manter o Renegade competitivo e relevante em um mercado cada vez mais exigente e conectado.

Jeep Renegade: evoluções técnicas e design

Foto: Divulgação/Jeep

Produzido em Pernambuco desde 2015, o Renegade consolidou a fábrica de Goiana (PE) como polo estratégico. Entretanto, a trajetória inclui ajustes constantes de produto para sustentar a relevância. Desde então, a Jeep mantém o modelo como porta de entrada no país.

Atualização de 2019

Em 2019, o Renegade recebeu faróis em LED no lugar do xenônio e um para-choque dianteiro unificado para versões flex e diesel, com maior vão livre. O interior ganhou multimídia maior, vinda do Compass, e novos comandos de ar-condicionado.

Virada de 2022

A partir de 2022, todas as versões adotaram o motor 1.3 T270. A frente ganhou grade mais fina e novo para-choque, enquanto a traseira recebeu lanternas em LED. O interior trouxe volante do Compass da época e painel totalmente digital.

Pacote de segurança

Além da motorização, o SUV avançou em segurança com seis airbags de série, frenagem automática de emergência, assistente de permanência em faixa, leitor de placas e detector de fadiga em boa parte das configurações. Assim, elevou o padrão do segmento.

Reestilização vem aí

O Renegade começou com o 1.8 E.torQ de 139 cv e 19,2 kgfm e o 2.0 Multijet turbodiesel de 170 cv e 35,7 kgfm. Entretanto, a linha atual se apoia no 1.3 T270 e em melhorias contínuas de conteúdo, mantendo o papel de entrada da Jeep no país.

Uma nova reestilização, já flagrada em testes, prepara o terreno para 2026. A principal novidade será o sistema híbrido leve de 48 V acoplado ao 1.3 T270. Ele não traciona as rodas, porém atuará mais do que os mild-hybrids hoje vistos em Peugeot e Fiat.

Além disso, o interior deverá adotar layout inspirado no Compass, com multimídia destacada.

O Renegade fabricado em Goiana (PE) segue para a América Latina. Ele chega a México, Argentina, Peru, Uruguai, Colômbia, Costa Rica, Panamá, República Dominicana, Guatemala, El Salvador, Paraguai, entre outros mercados.

Em breve, a gama da Jeep ganhará o Avenger, construído sobre a base CMP, comum a Citroën e Peugeot. Assim, a marca ampliará a oferta no piso do portfólio, enquanto o Renegade passará por ajustes para preservar sua relevância no segmento.

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