Quer moto 0 km em 2026? Essas 5 custam a partir de R$ 10 mil
Conheça as motos que estão salvando o bolso em 2026. Veja os modelos mais baratos.
Adquirir uma moto 0 km barata em 2026 tornou-se um verdadeiro desafio para o consumidor brasileiro. Com a escalada dos preços, modelos historicamente populares, como a Honda CG 160, símbolo de acessibilidade por décadas, já ultrapassam com folga a marca dos R$ 20 mil nas concessionárias. Ainda assim, o cenário não é totalmente desanimador.
Para quem busca baixo custo, economia de combustível e eficiência no uso urbano, o mercado nacional ainda reserva boas alternativas abaixo dos R$ 17 mil.
Por que as motos populares ficaram mais caras no Brasil?
O aumento nos preços das motocicletas está ligado a uma combinação de fatores, como:
- Adequação às normas ambientais mais rígidas;
- Custos de produção e logística;
- Inflação acumulada;
- Valorização de itens tecnológicos e de segurança.
Mesmo assim, fabricantes mantêm linhas enxutas para atender quem busca mobilidade urbana acessível, especialmente para trabalho, estudo ou deslocamentos diários.
5 motos cabem no bolso e estão bombando em 2026
Pensando nesse público que prioriza custo-benefício, manutenção simples e confiabilidade mecânica, reunimos as motos mais baratas do Brasil em 2026, todas zero quilômetro, disponíveis oficialmente nas lojas e aptas para o dia a dia nas cidades:
1. Honda Pop 110i ES — a moto mais barata do Brasil em 2026

Foto: Divulgação
Com preço aproximado de R$ 10.380, a Honda Pop 110i ES segue imbatível quando o assunto é economia. Em 2026, o modelo recebeu melhorias importantes, como partida elétrica e câmbio semiautomático, tornando a condução mais simples, especialmente para iniciantes.
Seu motor atualizado entrega 8,43 cv de potência e 0,94 kgfm de torque, com destaque para o baixo consumo de combustível e a facilidade de manutenção, fatores que explicam sua popularidade histórica.
2. Honda Biz 125 — praticidade urbana com confiabilidade

Foto: Divulgação
Custando cerca de R$ 13.240, a Honda Biz 125 permanece como uma das motos mais queridas do país. Em 2026, o modelo opera exclusivamente com motor 125 cm³, focado em eficiência energética e conformidade ambiental.
O câmbio sem embreagem, aliado ao sistema de freios CBS, garante condução suave e segura, ideal para quem enfrenta trânsito intenso diariamente.
3. Honda Elite 125 — conforto e tecnologia em formato scoote

Foto: Divulgação
Para quem prefere uma scooter moderna, a Honda Elite 125, na faixa de R$ 13.880, se destaca pelo conforto e praticidade. O modelo traz iluminação full LED, painel digital e o sistema ISS (Idling Stop System), que desliga o motor em paradas rápidas, ajudando a economizar combustível.
O motor de 8,2 cv é ajustado para eficiência e o abastecimento traseiro facilita a rotina urbana.
4. Shineray SHI 175 — porte maior e proposta aventureira

Foto: Divulgação
A Shineray SHI 175, com preço em torno de R$ 15.490, surge como a opção “crossover” mais acessível de 2026. Com 14,2 cv de potência, ela entrega desempenho superior às motos de 150 cc e aposta em um visual mais robusto.
Entre os diferenciais estão freios a disco nas duas rodas, painel com indicador de marcha e posição de pilotagem elevada, agradando quem busca algo além do básico.
5. Haojue DK 160 — desempenho próximo da CG por menos de R$ 17 mil

Foto: Divulgação
Fechando a lista, a Haojue DK 160, custando cerca de R$ 16.621, aparece como uma alternativa direta à CG. Seu motor entrega 15 cv de potência e 1,43 kgfm de torque, oferecendo bom desempenho urbano.
Destaques como pintura epóxi anticorrosiva, lampejador de farol no guidão e escapamento em aço carbono aumentam a durabilidade, especialmente em regiões litorâneas.
Vale a pena comprar uma moto barata em 2026?
Apesar da alta nos preços, ainda é possível comprar uma moto zero quilômetro acessível em 2026, com tecnologia atualizada e baixo custo operacional.
A escolha ideal depende do perfil do condutor: quem busca simplicidade extrema encontra na Pop 110i a melhor opção, enquanto quem deseja mais desempenho pode se surpreender com a DK 160.
Com planejamento e pesquisa, a mobilidade sobre duas rodas continua sendo uma das formas mais econômicas de locomoção no Brasil.