Tem película ou som potente no carro? Veja o ALERTA que está dando o que falar

Saiba mais sobre as regras de som automotivo e películas nos vidros, e como evitar multas e pontuações na CNH.

Com o avanço da personalização veicular, cresce também a necessidade de compreender os limites legais que envolvem som automotivo e películas nos vidros.

Mais do que questões estéticas ou de conforto, essas modificações estão diretamente ligadas à segurança no trânsito e ao respeito ao espaço coletivo.

Por isso, conhecer o que a legislação permite é essencial para evitar multas e garantir uma condução dentro da legalidade.

Regras sobre som automotivo: quando o uso se torna infração

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De acordo com o Conselho Nacional de Trânsito, o problema não está na instalação do equipamento, mas no uso que possa gerar perturbação do sossego público ou comprometer a segurança. A Resolução nº 624/2016 estabelece que a infração ocorre quando o som é audível fora do veículo e causa incômodo.

Desde 2016, não é necessário medir o volume com decibelímetro: a constatação do agente já caracteriza a irregularidade, conforme previsto no Código de Trânsito Brasileiro. Nesses casos, a penalidade é considerada infração grave, com multa e cinco pontos na CNH.

Vale destacar que há exceções, como ruídos de sirenes, alarmes, buzinas e veículos autorizados para publicidade ou eventos, desde que devidamente regulamentados.

Películas automotivas: limites de transparência e mudanças recentes

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As regras para insulfilm automotivo foram atualizadas para reforçar a visibilidade e a segurança. O principal critério é o nível mínimo de transparência: o para-brisa deve manter pelo menos 70% de passagem de luz, garantindo visão adequada em diferentes condições.

Películas totalmente espelhadas ou opacas passaram a ter uso restrito, sendo permitidas apenas em situações específicas, como veículos blindados ou vidros de teto. O descumprimento pode resultar em multa e retenção do veículo até a regularização.

Tipos de películas e suas características

As películas são classificadas conforme o grau de transparência — como G5, G20, G35, G50 e G70 — e quanto menor o número, mais escura é a tonalidade. Além disso, existem tecnologias que oferecem benefícios adicionais:

  • Películas de carbono, com melhor controle térmico.
  • Películas cerâmicas, que não interferem em sinais eletrônicos.
  • Versões antivandalismo, mais resistentes a impactos.

A escolha ideal deve priorizar a conformidade com a legislação, e não apenas a estética.

Instalação correta e boas práticas

A aplicação da película exige preparo técnico, incluindo limpeza adequada do vidro e instalação precisa para evitar bolhas ou descolamento. Um serviço mal executado pode gerar problemas tanto visuais quanto em fiscalizações.

No caso do som automotivo, reduzir o volume durante uma abordagem é suficiente para cessar a irregularidade. Já em relação às películas, manter os padrões legais evita autuações.

Dito isso, compreender as regras sobre som automotivo e insulfilm é fundamental para preservar a CNH, evitar penalidades e, sobretudo, contribuir para um trânsito mais seguro e harmonioso. 🚗📊

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